Páginas

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

segunda-feira, 26 de março de 2012

"O Caçador de Pipas"


Sinopse:O Caçador de Pipas traz a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado. O narrador Sandro Barros, conseguiu transpor toda a emoção da história em 14 horas de audiolivro, interpretando todos os personagens com vozes diferentes. Incidentalmente, existem músicas afegãs para criar o ambiente da história.

sexta-feira, 23 de março de 2012

"Mentes Perigosas"


espero que gostem pois este livro retrata muito a nossa "realidade"
aqueles que queiram compra este livro tenho certeza que não estarão jogando dinheiro fora, e que tenham uma boa leitura...

O psicopata mora ao lado



"Este livro tão minucioso e detalhado é de grande importância para a sociedade.

Mentes Perigosas

proporciona ao leitor um panorama do comportamento dos psicopatas, delineando preventivos resguardos e defesas das pessoas que eventualmente venham a se relacionar com eles.

” Arthur Lavigne, advogado criminalista

Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem.“Mentes Perigosas” discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses “predadores sociais” com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de “pessoas do bem”.Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, “inteligentes” e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade.Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.


postarei aqui um trecho deste livro para aqueles que não tiver a oportunidade de ler ...


CAPÍTULO 1

RAZÃO E SENSIBILIDADE:
UM SENTIDO CHAMADO
CONSCIÊNCIA
Mentes


Lembro como se fosse hoje. Fecho os olhos e lá estou
eu e meus colegas no anfiteatro principal do Hospital
Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro. Aquilo que a princípio deveria
ser mais uma das palestras do nosso vasto currículo do curso de
medicina foi fundamental na minha vida profissional.
Era sexta-feira, nove horas da manhã, e eu me encontrava
sonolenta e exausta, em função do plantão que havia feito na noite
anterior. Confesso que por uns dez a 15 minutos quase rezei para
que o palestrante faltasse ao seu compromisso. Dessa forma, poderia
ir para casa, tomar um belo banho e dormir o sono dos justos
sem nenhuma pontinha de culpa.
Por volta de 9h15, um homem franzino e muito branco, que
trajava uma calça jeans e um discreto blusão azul, adentrou o auditório
repleto de alunos, subiu no tablado e desenhou na lousa o
seguinte gráfico:
Em tom provocador e entusiasmado, ele entonou em voz
firme e forte a seguinte questão: “O que é consciência?”
Ainda sob o impacto daquela estranha presença, que sequer
se apresentou, a turma entreolhava-se de forma discreta na

expectativa de que alguém quebrasse o silêncio constrangedor
que inundava o anfiteatro.
Por mais estranho que possa parecer, aquele silêncio me
despertou, ou melhor, toda aquela situação me intrigou de alguma
forma. Senti-me desafiada pelo questionamento que aquele homem
havia jogado no ar!
Rapidamente ajeitei-me na cadeira, esfreguei os olhos e impulsivamente
disparei: “Bom dia, mestre, sou estudante do terceiro
ano desta faculdade (UERJ) e gostaria de saber o seu nome, a sua
especialidade e uma pequena explicação sobre o gráfico na lousa.”
Por uma fração de segundos percebi que tinha sido ligeiramente
indelicada e também desafiadora. Quando deparei com
o professor à minha frente, pude observar certo bom humor em
sua fisionomia, o que foi confirmado por suas palavras: “Bom dia a
todos os acadêmicos aqui presentes! Meu nome é Osvaldo e sou
médico psiquiatra, professor assistente da cadeira de psiquiatria
desta faculdade.”

"O Vendedor De Sonhos"


O vendedor de sonhos é um livro escrito por Augusto Cury, o que por si só já recomenda a leitura do livro, entre as dicas de livros. Augusto Cury tem 50 anos, é médico, psicoterapeuta, psiquiatra e escritor de sucesso em vários países, sendo que somente no Brasil já foram vendidos mais de 5.000.000 de livros do conceituado autor. Pesquisador sobre o desenvolvimento da inteligência e a qualidade de vida, com uma abordagem na construção dos pensamentos e da emoção e sua dinâmica, já recebeu muitos títulos importantes do mundo cientifico e universitário em vários países do mundo, onde seus estudos tem sido apreciados, afinal, um livro, um mundo de emoções.


O vendedor de sonhos conta uma história um tanto inusitada, um professor esta a beira do suicídio e um homem desconhecido e maltrapilho o convence de desistir do ensejo, e passa a vender sonhos para as pessoas garantindo que é isso que irá salvar a humanidade. Três linhas é nada para descrever a trama desse romance, que conta em sua trajetória com a beleza da exploração da psique humana, pelas mãos de Augusto Cury, levando o leitor a um mundo ainda pouco conhecido para a maioria das pessoas, suas emoções e seus próprios sentimentos e desejos. Como fundo para a história de ficção Augusto Cury nos faz refletir sobre a ordem social e a cultura religiosa de cada um.



Este belo livro tem sua história narrada por um professor chamado Julio César que tentou se suicidar, se atirando do alto de um prédio. A polícia, e um psiquiatra renomado tentam dissuadi-lo da idéia sem lograrem êxito. Um homem desconhecido e maltrapilho que passa por ali, assiste a situação e resolve interferir. Sem ligar para as autoridades que tentavam conduzir a situação o vendedor de sonhos tenta salvar o suicida e o convence a não saltar. A partir daí começa a verdadeira história do livro. O vendedor de sonhos começa a apregoar que o mundo contemporâneo se transformou em um manicômio e que todos somos coniventes e construímos essa sociedade, instalando uma duvida inquietante na mente de todos e uma resposta difícil.



Uma obra que emociona e leva o leitor a refletir sobre a sociedade moderna e os valores que aceitamos como nossos, no desenrolar da história o vendedor de sonhos vai ganhando vários discípulos, sendo o primeiro o professor Julio César, mas ganha também inimigos, como a poderosa empresa de tecnologia, a “Megasoft”, a quem as idéias do vendedor prejudicam diretamente. Resta a pergunta: o vendedor de sonhos é um louco ou um sábio? Na trajetória do vendedor de sonhos os seus leitores irão rir, chorar, se emocionar e refletir. É um daqueles livros que com certeza vale a pena ser lido. Augusto Cury nesta obra revela que é um verdadeiro doutor da mente humana, pois através de um romance muito bem escrito é capaz de nos conduzir a refletir sobre toda a trajetória da escola da vida, sua


que todos tenham uma boa leitura e espero que comentem no meu blog

"O Menino Do Pijama"


O livro é muito otimo, retrata a 2ª G.M. com o olhar de um menino de nove anos. Um olhar que causa, em quem conhece a história da 2ª G.M., aflição, angústia e como tanta inocênica, ingenuidade, pureza podem estar em uma só pessoa. E o que elas, em demasiado, podem causar. O livro é breve, deixa um gosto de quero mais... mas mesmo assim, tem a sua maestria! RECOMENDO!!!





Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os Judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. "O Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

estarei postando aqui um trecho do "livro"
Bruno Faz Uma Descoberta
Certa tarde, quando Bruno chegou em casa vindo da escola, surpreendeu-se ao ver Maria, a governanta da família - que sempre mantinha a cabeça abaixada e jamais levantava os olhos do tapete -, de pé no seu quarto, tirando todos os seus pertences do guarda-roupa e arrumando-os dentro de quatro caixotes de madeira, até mesmo aquelas coisas que ele escondera no fundo e que pertenciam somente a ele e não eram da conta de mais ninguém.
"O que você está fazendo?", ele perguntou tão educadamente quanto pôde, pois, embora não estivesse contente por chegar em casa e descobrir alguém remexendo nas suas coisas, sua mãe sempre lhe dissera para tratar Maria com respeito e não simplesmente imitar a maneira com que seu pai a tratava. "Tire as mãos das minhas coisas.
"Maria sacudiu a cabeça e apontou para a escada atrás dele, onde a mãe de Bruno acabara de aparecer. Era uma mulher alta, de longos cabelos ruivos, presos numa espécie de rede atrás da cabeça; ela estava retorcendo as mãos em sinal de nervosismo, como se houvesse algo que ela não quisesse falar ou alguma coisa em que não quisesse acreditar.
"Mãe", disse Bruno, marchando em direção a ela, "o que está acontecendo? Por que a Maria está mexendo nas minhas coisas?"
"Ela está fazendo suas malas", a mãe explicou.
"Fazendo minhas malas?", ele perguntou, repassando rapidamente os eventos dos últimos dias para avaliar se fora um mau menino ou se dissera em voz alta as palavras que ele sabia não poder dizer e, por isso, estava sendo mandado embora. Mas não conseguiu pensar em nada que justificasse tal pensamento. Na verdade, durante os últimos dias ele se comportara de maneira perfeitamente decente com todos e não conseguia se lembrar de ter criado nenhuma confusão. "Por quê?", ele perguntou então. "O que eu fiz?"
A mãe já havia entrado em seu próprio quarto a essa altura, mas Lars, o mordomo, estava lá, fazendo as malas dela também. Ela suspirou e jogou as mãos para o ar em sinal de frustração antes de marchar de volta à escada, seguida por Brun
Bruno desceu as escadas correndo e até a ultrapassou na descida, de maneira que já estava esperando pela mãe na sala de jantar quando ela chegou. Ele observou-a sem dizer nada por um momento e pensou consigo que ela não devia ter aplicado corretamente a maquiagem naquela manhã, pois as órbitas dos olhos estavam mais avermelhadas do que de costume, como os seus próprios olhos ficavam quando ele criava confusão e se metia em encrenca e acabava chorando
o, que não ia deixar o assunto morrer sem uma explicação satisfatória.
"Mãe", ele insistiu. "O que está havendo? Estamos de mudança?"
"Venha comigo até o andar de baixo", disse ela, levando-o até a ampla sala de jantar onde o Fúria estivera para comer
com eles na semana anterior. "Conversaremos lá embaixo."

"Maley e Eu"


John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.

- 1º Capítulo -
Um filhote vezes trêsNós éramos jovens. Estávamos apaixonados. Estávamos nos deleitando naqueles sublimes primeiros dias de casamento quando a vida parece que não pode se tornar mais maravilhosa. Mal conseguíamos ficar longe um do outro.Então, numa noite de janeiro de 1991, eu e minha mulher, casada há quinze meses comigo, jantamos rapidamente e partimos para responder a um anúncio classificado do Palm Beach Post. Por que estávamos fazendo isso, eu não tinha certeza. Algumas semanas antes eu despertara logo depois de amanhecer sozinho na cama. Levantei-me e encontrei Jenny sentada, em seu roupão de banho, na mesa de vidro na varanda telada de nosso pequeno bangalô, curvada sobre o jornal com uma caneta na mão.Não havia nada de inusitado na cena. O Palm Beach Post não era somente o nosso jornal local diário, bem como era a fonte de metade de nossa renda familiar. Ambos escrevíamos para dois jornais. Jenny trabalhava como comentarista de cinema na seção de filmes do Post; e eu era um repórter de notícias do jornal concorrente da região, o Sun-Sentinel no sul da Flórida, a uma hora de viagem sul, em Fort Lauderdale. Começávamos, toda manhã, a perscrutar os jornais, para ver como nossas histórias saíam e como se comparavam com as que saíam nas edições concorrentes.Circulávamos, sublinhávamos e recortávamos sem parar. Mas, nesta manhã, Jenny não estava com a cara enfiada na página de notícias, mas na seção de classificados. Quando eu me aproximei, notei que ela estava febrilmente circulando anúncios sob o título “Animais de Estimação — Cães”.— Ah... — eu disse, num tom gentil de marido recém-casado, ainda pisando em ovos. — Há algo que eu deveria saber?Ela não me respondeu.— Jen... Jen?— É a planta — ela disse, finalmente, num tom de voz ligeiramente desesperado.— A planta? — perguntei.— Aquela planta estúpida — ela disse. — Aquela que nós matamos.Aquela que nós matamos? Eu não queria mencionar o assunto, mas, apenas esclarecendo, foi a planta que eu comprei e que ela matou. E a trouxe de surpresa, certa noite, uma imensa comigo-ninguém-pode, com folhas em belos tons bege, amarelo e esmeralda.— Qual é a ocasião? — ela perguntou.Mas não havia nenhuma. Eu lhe dei a planta sem nenhum motivo especial além de querer dizer a ela:— Nossa, não é ótimo estarmos casados?Ela adorou tanto o meu gesto quanto a planta e agradeceu-me, jogando seus braços em volta do meu pescoço e beijando-me nos lábios. Então, foi imediatamente matar o presente que dei a ela com uma eficiência fria e assassina.Não que ela quisesse matá-la; como se fosse nada, ela aguou a coitadinha até morrer. Jenny não tinha grandes pendores para plantas. Imaginando que todos os seres viventes precisam de água, mas aparentemente se esquecendo que também precisam de ar, ela se pôs a encharcar a planta diariamente.— Tome cuidado para não aguá-la demais — eu a prevenia.— Certo — ela respondia e, em seguida, entornava mais um galão de água na coitadinha.Quanto mais fraca a planta ficava, mais água ela colocava, até praticamente dissolvê-la. Eu olhei desalentado para seu esqueleto esquálido no vaso junto à janela e pensei: “Puxa, se eu acreditasse em presságios,


Título: Marley e Eu - Audiolivro
Autor: john grogan
Editora: Prestigio
Assunto: Literatura Estrangeira-Romances
Idioma: Português
Tipo de Capa: BROCHURA
Edição: 1
Número de Páginas: 272

"O Monge e o Executivo"


Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. "O Monge e o Executivo" é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.
"O Monge e o Executivo"
postarei aqui um texto do livro que gostei
- Bom dia - meu companheiro de quarto alegremente me disse, ainda na cama, antes mesmo que eu desligasse o despertador. - Sou o pastor Lee, de Wisconsin. E você, quem é?- John Daily. Prazer em conhecê-lo, Lee. - Eu não quis chamá-lo de "pastor".- É melhor nos vestirmos, se é que vamos à cerimônia das cinco e meia.- Vá em frente. Vou dormir mais um pouquinho - resmunguei, tentando parecer sonolento.- Fique à vontade, parceiro. - Vestiu-se e saiu em minutos. Virei de lado, cobri a cabeça com o travesseiro, mas logo descobri que estava bem desperto e sentindo um pouco de culpa. Então, rapidamente me lavei, me vesti e saí para procurar a capela. Ainda estava escuro, e o chão, molhado da tempestade que devia ter caído à noite.Eu mal conseguia ver a silhueta do campanário desenhada contra o céu da madrugada no meu caminho para a capela. Uma vez dentro, descobri que a estrutura de madeira velha e hexagonal estava impecavelmente conservada. As paredes eram lindamente adornadas com janelas de vidro colorido, cada uma retratando uma cena diferente. O teto alto, como o de uma catedral, se erguia acima das seis paredes e convergia no centro para formar o campanário. Havia centenas de velas queimando por todo o santuário, espalhando sombras nas paredes e nos vidros coloridos, criando um interessante caleidoscópio de formas e matizes. Do lado oposto à porta de entrada havia um altar simples constituído de uma pequena mesa de madeira com os vários implementos usados durante a missa. Bem em frente ao altar e formando um semicírculo em torno dele dispunham-se três fileiras de 11 cadeiras simples de madeira destinadas aos 33 frades. Apenas uma das cadeiras com um grande crucifixo entalhado no espaldar tinha braços. "Reservada para o reitor", pensei. Ao longo de uma das paredes adjacentes ao altar havia seis cadeiras dobráveis que eu deduzi serem para uso dos participantes do retiro. Silenciosamente, me encaminhei para uma das três cadeiras vazias e me sentei.Meu relógio marcava cinco e vinte e cinco, mas apenas a metade das 39 cadeiras estava ocupada. No total silêncio, o único som era o tiquetaque melódico de um enorme relógio antigo na parte de trás da capela. Os frades vestiam longos hábitos pretos com cordões amarrados na cintura, enquanto os participantes do retiro usavam roupas informais. Às cinco e meia todos os assentos estavam ocupados.Quando o enorme relógio começou a bater a meia hora, os frades se levantaram e começaram a cantar uma liturgia, felizmente em inglês. Os participantes do retiro receberam folhetos para acompanhar, mas eu me vi perdido virando as páginas para a frente e para trás, numa tentativa inútil de procurar o texto entre as várias seções de antífonas, salmos, hinos e respostas cantadas. Finalmente desisti de procurar e apenas fiquei sentado ouvindo o canto gregoriano, de que gostava especialmente.Depois de aproximadamente 20 minutos, a cerimônia terminou tão repentinamente quanto havia começado, e os frades seguiram o reitor para fora da igreja em fila indiana. Olhei para os rostos, tentando distinguir Len Hoffman. Qual deles seria?Logo depois da cerimônia religiosa, caminhei em direção à pequena biblioteca, bem pertinho da capela. Eu queria fazer uma pesquisa na internet, e um frade velho e extremamente solícito me mostrou como conectar.Havia mais de mil itens sobre Leonard Hoffman. Depois de uma hora de busca, encontrei um artigo sobre ele em um número da revista Fortune de 10 anos atrás e o li, fascinado.
Editora: Sextante
Autor: JAMES C. HUNTER
Origem: Nacional
Ano: 2004
Edição: 1
Número de páginas: 144
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

"Eu Sou o Mensageiro"



"Um Belo Livro Que Vai Realmente Deixa Qualquer um Envolvido "



Eu Sou O Mensageiro ou (The Messenger, em inglês) é um dos livros escritos pelo autor australiano Markus Zusak, também autor do sucesso A Menina que Roubava Livros. A história relata a vida de Ed Kennedy, depois de impedir um assalto e começar a receber cartas anônimas, com inscrições por vezes sem sentido, que o levam para pessoas que de alguma maneira necessitam de ajuda. Ed é um adolescente de 19 anos, medíocre e sem futuro, mas que prova que pode ir muito além de sua condição. A linguagem do livro é totalmente direta, não usa eufemismos, mas ao mesmo tempo é sensível e tocante.


Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.

Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.

Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe. Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas.

O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e... só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.


Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro




Editora: Intrínseca
Autor: MARKUS ZUSAK
Origem: Nacional
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Corações Romanticos


As Histórias dessa vez são para os Corações Românticos, organizado por Alice Gray a inspirada criadora da série best seller "Histórias para o Coração" ,com mais de três milhões de exemplares impressos, esse livro traz histórias que celebram a beleza do maior sentimento que existe ... O Amor.


Editora: UNITED PRESS - HAGNOS
ISBN : 8524303514
ISBN 13: 9788524303517
Espec. : LITERATURA
BROCHURA
1 º Edição - 2007 88 pág.

Caro visitante gostaria de comenta com você sobre esse livro "A menina que roubava livros" que achei muito interessante"
A Menina que Roubava Livros (The Book Thief, no original) do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2006. No Brasil, ele foi lançado em Março de 2007 pela editora Intrínseca, e foi traduzido por Vera Ribeiro.Sendo narrada pela morte, o livro conta a história de Liesel Meminger, uma garota que se encontrou com a narradora diversas vezes ao longo de sua vida e foi observada pela curiosa colhedora de almas. Vivendo na Alemanha nazista, Liesel enfrenta vários desafios dentre se conformar com a súbita mudança em sua família, se controlar perante Rudy Steiner e saber guardar um segredo.

"Quando a Morte Conta Uma História, Você Deve Para Para Ler"

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.


Os personagens:
  • Liesel Meminger;
  • Hans Hubermann;
  • Rosa Hubermann;
  • Max Vandenburg;
  • Rudy Steiner;
  • Ilsa Hermann;
  • Tommy Müller;
  • Pfiffikus;

  • Andy Shmeikl;
  • Franz Deutcher;
  • Michael Holtzapfel;
  • Robert Holtzapfel;
  • Frau Holtzapfel;
  • Adolf Hitler - Führer;
  • Frau Diller;
  • Alex Steiner

Anjos e Demónios



  1. ANJOS e
    DEMÔNIOS.


  2. Antes de decifrar 'O Código Da Vinci', Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em 'Anjos e Demónios', quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável - a assinatura macabra no corpo da vítima - um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em 'Anjos e Demónios', Dan Brown demonstra novamente sua extra ordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.


    vou esta postando um trecho do livro aqui..

    Ofísico Leonardo Vetra sentiu cheiro de carne queimada e sabia
    que era a sua. Levantou os olhos, aterrorizado, para a figura
    sombria que o dominava.
    – O que você quer?
    – La chiave – respondeu a voz rascante. – A senha.
    – Mas eu não…
    O intruso curvou-se de novo para a frente, pressionando com mais força o
    objeto em brasa no peito de Vetra. Ouviu-se um chiado de carne grelhando.
    Vetra gritou alto, agoniado.
    – Não existe senha nenhuma! – E sentiu que mergulhava na inconsciência.
    O rosto do homem encheu-se de uma fúria contida.
    – Ne avevo paura. Era o que eu temia.
    Vetra esforçou-se para manter os sentidos, mas a escuridão envolvia-o
    pouco a pouco. Seu único consolo era saber que o agressor jamais obteria o que
    viera buscar. Um momento mais tarde, porém, o homem fez aparecer uma
    lâmina e ergueu-a diante do rosto de Vetra. A lâmina adejou no ar. Precisa.
    Cirúrgica.
    – Pelo amor de Deus! – gritou Vetra.
    Mas era tarde demais.
    Do alto da pirâmide de Gizé, a jovem riu e voltou-se para ele, lá
    em baixo, chamando-o.
    – Ande, Robert! Devia ter me casado com um homem mais moço! – O sorriso
    dela era mágico.
    Ele tentou acompanhá-la, mas suas pernas pesavam como se fossem feitas
    de pedra.
    – Espere – pediu. – Por favor…
    Enquanto subia, sua vista começou a turvar-se. Seus ouvidos latejavam.
    Preciso alcançá-la! Mas, quando olhou de novo para cima, a mulher desaparecera.
    Em seu lugar havia um velho de dentes estragados. O homem encarou-o,
    os lábios torcendo-se em uma careta melancólica. E ele deixou escapar um
    grito de angústia que ressoou pelo deserto.
    Robert Langdon acordou sobressaltado do pesadelo. O telefone ao lado de
    sua cama estava tocando. Tonto, levou-o ao ouvido.
    – Alô?


Título: Livro - Anjos E Demónios
Subtítulo: A primeira aventura de Robert Langdon
Autor: Dan Brown
Editora: Sextante Editora
Assunto: Literatura Estrangeira
ISBN: 8575421468
Idioma: Português
Tipo de Capa: BROCHURA
Edição: 1
Número de Páginas: 464