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sexta-feira, 23 de março de 2012

"Mentes Perigosas"


espero que gostem pois este livro retrata muito a nossa "realidade"
aqueles que queiram compra este livro tenho certeza que não estarão jogando dinheiro fora, e que tenham uma boa leitura...

O psicopata mora ao lado



"Este livro tão minucioso e detalhado é de grande importância para a sociedade.

Mentes Perigosas

proporciona ao leitor um panorama do comportamento dos psicopatas, delineando preventivos resguardos e defesas das pessoas que eventualmente venham a se relacionar com eles.

” Arthur Lavigne, advogado criminalista

Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem.“Mentes Perigosas” discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses “predadores sociais” com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de “pessoas do bem”.Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, “inteligentes” e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade.Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.


postarei aqui um trecho deste livro para aqueles que não tiver a oportunidade de ler ...


CAPÍTULO 1

RAZÃO E SENSIBILIDADE:
UM SENTIDO CHAMADO
CONSCIÊNCIA
Mentes


Lembro como se fosse hoje. Fecho os olhos e lá estou
eu e meus colegas no anfiteatro principal do Hospital
Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro. Aquilo que a princípio deveria
ser mais uma das palestras do nosso vasto currículo do curso de
medicina foi fundamental na minha vida profissional.
Era sexta-feira, nove horas da manhã, e eu me encontrava
sonolenta e exausta, em função do plantão que havia feito na noite
anterior. Confesso que por uns dez a 15 minutos quase rezei para
que o palestrante faltasse ao seu compromisso. Dessa forma, poderia
ir para casa, tomar um belo banho e dormir o sono dos justos
sem nenhuma pontinha de culpa.
Por volta de 9h15, um homem franzino e muito branco, que
trajava uma calça jeans e um discreto blusão azul, adentrou o auditório
repleto de alunos, subiu no tablado e desenhou na lousa o
seguinte gráfico:
Em tom provocador e entusiasmado, ele entonou em voz
firme e forte a seguinte questão: “O que é consciência?”
Ainda sob o impacto daquela estranha presença, que sequer
se apresentou, a turma entreolhava-se de forma discreta na

expectativa de que alguém quebrasse o silêncio constrangedor
que inundava o anfiteatro.
Por mais estranho que possa parecer, aquele silêncio me
despertou, ou melhor, toda aquela situação me intrigou de alguma
forma. Senti-me desafiada pelo questionamento que aquele homem
havia jogado no ar!
Rapidamente ajeitei-me na cadeira, esfreguei os olhos e impulsivamente
disparei: “Bom dia, mestre, sou estudante do terceiro
ano desta faculdade (UERJ) e gostaria de saber o seu nome, a sua
especialidade e uma pequena explicação sobre o gráfico na lousa.”
Por uma fração de segundos percebi que tinha sido ligeiramente
indelicada e também desafiadora. Quando deparei com
o professor à minha frente, pude observar certo bom humor em
sua fisionomia, o que foi confirmado por suas palavras: “Bom dia a
todos os acadêmicos aqui presentes! Meu nome é Osvaldo e sou
médico psiquiatra, professor assistente da cadeira de psiquiatria
desta faculdade.”

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